Amarrou-me as mãos
Com aquele sorriso
macabro
remeloso
O de quem
Se sente dominador
Corroborado de jurisdição.
Ordenou-me
sorrindo cáries
Mal disfarçadas…
- Confessa o crime,
SUA FILHA DO VENTO!
Ah... e eu ri nesse momento!
Tirei o coração do peito
Arrotei vento
pedras
e boas intenções!
Cuspi-lhe na cara
o sal dos olhos
Numa rejeição
à subserviência.
Ainda me resta a sapiência...!
Respondi-lhe então...
como quem come a lama
onde se escondem os vermes.
-SOU SIM… SOU FILHA DO VENTO!
E tu…
O CARRASCO
DA MINHA LIBERDADE!
Com aquele sorriso
macabro
remeloso
O de quem
Se sente dominador
Corroborado de jurisdição.
Ordenou-me
sorrindo cáries
Mal disfarçadas…
- Confessa o crime,
SUA FILHA DO VENTO!
Ah... e eu ri nesse momento!
Tirei o coração do peito
Arrotei vento
pedras
e boas intenções!
Cuspi-lhe na cara
o sal dos olhos
Numa rejeição
à subserviência.
Ainda me resta a sapiência...!
Respondi-lhe então...
como quem come a lama
onde se escondem os vermes.
-SOU SIM… SOU FILHA DO VENTO!
E tu…
O CARRASCO
DA MINHA LIBERDADE!

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